Colé Santana (Petrônio Rosa de Santana) nasceu em 1919, numa família de circo, e começou aos 12 anos como ajudante de palhaço. O apelido Picolé, que virou Colé, veio justamente de uma crítica: dizia-se que ele não tinha graça nas trocas de cena. Trabalhou ainda como acrobata e domador de elefantes no picadeiro.
Carreira
Firmou-se no teatro de revista dos anos 1940 e 1950, na companhia de Jardel Jércolis, onde adotou o nome artístico. O primeiro sucesso cômico veio com a revista Hoje Tem Marmelada (1942), e a mais lembrada foi Gente Bem e Champanhota (1955), sátira da elite social.
Fez cerca de trinta filmes, a partir de O Cortiço (1945), muitos deles chanchadas ao lado de Oscarito e Grande Otelo. Mais tarde fez Oswald de Andrade em Tabu e encerrou a carreira no cinema em O Escorpião Escarlate.
Na televisão começou na TV Tupi em 1951, passou pela TV Excelsior e foi contratado pela TV Globo em 1969, onde esteve em Os Trapalhões e no Balança Mas Não Cai. Era tio dos humoristas Dedé Santana e Dino Santana. Morreu no Rio de Janeiro em 29 de agosto de 2000.
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